Como é amar Muitas Anas?

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Ó, Flora bonita em mim
Deusas encarnadas
Mostrem-me assim
Um beijo de verão

Jasmins secretos se vão
Ao sol glorioso
Um mistério gasoso
No teu volátil coração

Nunca beijamos assim
Mas nossos olhos sim
Ah, se eu morresse assim
Tantos céus afim, a voar
Muita história eu teria
Pra contar, sem fim

Saibas que mesmo depois de tanto tempo
Alento do som que ecoa do Legião Urbana
E Ana, o teu cantar soava-me como um vento
Lento, suave e pleno, a própria senhora ufana

Ah, Ana, quando eu cantar
Quero que fiques molhada
De suor… naquele lugar
Mas, por favor, não vá pensar
Que é só a noite ou o calor

Quero que fiques molhada
E bom humor, mas por favor
Deitada sob o teu suor
Não vá pensar que é só a luz do refletor
Será mais que minh'alma na sua
Sob um sol negro de dor

O meu corpo sobre tua pele nua
Carne, peito, músculo e suor
O beijo, a língua, a palavra
Indo dessa pra melhor... 
Ao encontro da lua

Eu te amo, muitas Anas!

Eu ainda te amo.

Gabriel Albuquerque

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