Preciosissimamente notório aleatório

Ora direis ouvir estrelas
Certo perdeste o senso
Para novamente vê-las
sorridentemente intenso
No mais, não volte atrás
Servi de ti, seu capataz
De tanto rir, triste-se
Venter tuus sicut acervus tritici
Rara preciosidade das rimas preciosas
Nigra sum, sent formosas
Do boné até o pé
Bebo a bebida do rum, vale um
Ideo adolescentulæ dilexerunt te
Et illium convallium
Latinamente preciosissimamente
felicidade, arma quente, sumamente
sulamericanamente lamente
aquele que te mente elegantemente
Pobre pobreza da rima pobre
Extrai o cobre e dê ao nobre
como aquele que te cobre
encobre e descobre, manobre e dobre
soçobre, só sobre a sobra
assopra, de dentro pra fora
deleito elencado no jeito, ora
em que hora a flora melhora?
embora, ir mundo afora
como quem come amora
como quem comemora
a vitória agora ou outrora?
Fora quem teme, quem te adora
a própria, da Terra Dourada e Gentil
Verás que não foge à luta, só piora
o país mais corruptos que a gente já viu
Resumindo, até logo eu vou indo
Já ir para o paraíso, dinheiro se esvaindo
Jair extinguindo com o lindo, mentindo!
dá linha ao linho de ouro, descolorindo!
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, quanto conto mediano:
Missa do Galo, Frei Simão, machadiano
ah, como é bom. bem te quer e me vê!
o amanhecer, o luar na lua da Bia, meu bebê
o amanhã vai ser, ao lado da Bia, pode crê
a manhã vai secar, como teu lábio me lê
me benzer, me comer, me ter, me viver
quando eu os beijo, forte sê tu, o porquê
prover a mim, toques de cetim, me levam a você
como naquele beijo molhado, doce como suflê
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, quanto Havaí aí
aqui no Piauí só o troféu abacaxi
originai a ventura, madame Butterfly
sai! há de haver mais, que a aventura nos faz.